Lipedema

Não é falta de disciplina. Tem nome — e tem tratamento.

Se as suas pernas não respondem a dieta e exercício, doem ao toque e pesam no fim do dia, você pode ter lipedema. Estimativas apontam que mais de 1 em cada 10 mulheres brasileiras convive com a condição — a maioria sem diagnóstico.

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Você se reconhece nesses sinais?

Se você marcou mais de um, vale investigar. O diagnóstico é clínico e a avaliação é o caminho.

O tratamento

Controle da dor, do edema e da progressão.

Avaliação e estadiamento

Confirmação clínica, estágio da condição e mapeamento das suas queixas principais — dor, edema, mobilidade, autoestima.

Protocolo conservador

Abordagem anti-inflamatória e metabólica e procedimentos corporais quando indicados. Individualizado por estágio.

Acompanhamento contínuo

Lipedema é condição crônica: o ganho real vem da constância. Medimos evolução e ajustamos o protocolo com você.

Você não está exagerando. E não está sozinha.

Anos de invalidação fazem muitas mulheres duvidarem da própria dor. A Dra. Ju — biomédica, mestre pela UFMG e doutora em bioquímica pela UFJF — estuda inflamação e metabolismo há mais de uma década. Aqui a sua queixa é nomeada, explicada e tratada com base em ciência.

Dúvidas frequentes

O que as pacientes perguntam

O que é lipedema?

É uma condição clínica em que há acúmulo desproporcional de gordura, principalmente em pernas e braços, geralmente acompanhado de dor, sensação de peso e facilidade para hematomas. Não é obesidade e não é falta de disciplina — é uma condição própria, com componente inflamatório e hormonal, que atinge quase exclusivamente mulheres.

Como saber se tenho lipedema?

Sinais comuns: pernas desproporcionais ao restante do corpo mesmo com dieta e exercício, dor ou sensibilidade ao toque, sensação de peso que piora ao longo do dia, hematomas fáceis e pés geralmente poupados. O diagnóstico é clínico, feito em avaliação presencial.

Lipedema tem cura?

Não há cura definitiva, mas há controle real: tratamento conservador para reduzir dor, edema e inflamação, melhorar a qualidade de vida e frear a progressão. Quanto mais cedo o diagnóstico, melhores os resultados.

Como é o tratamento na clínica?

Protocolo conservador e individualizado: abordagem anti-inflamatória e metabólica, procedimentos corporais quando indicados e acompanhamento contínuo. O plano é desenhado após avaliação, conforme o estágio e as suas queixas principais.

Dê nome ao que você sente.

Agende uma avaliação. Sair da dúvida já é o começo do tratamento.

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